quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Ato 03/02 Servidor na rua! Pezão, a culpa é sua!



Ato unificado dos servidores públicos estaduais. Chamamos toda a população a apoiar os servidores que hoje sofrem com a política de ajuste fiscal do governo Pezão, que concede todos os benefícios para a iniciativa privada em detrimento dos trabalhadores, levando a educação e a saúde ao caos escancarado, com fechamento de hospitais por falta de materiais básicos; diminuição da verba da educação comprometendo a merenda dos alunos, serviços de limpeza e condições adequeadas parase dar aula. Estamos com nosso 13o salário parcelado em cinco vezes e já tivemos salário de novembro também parcelado, além de que nosso pagamento saiu do 2o para o 7o dia útil do mês. Enquanto nossas contas vencem, o governo Pezão paga a conta de luz da Supervia, concede mais de 7 bilhões em isenções fiscais e privilegia organizações sociais de saúde (forma privada de gestão, que levou a saúde à situação em que se encontra hoje). Crise? mas crise pra quem?
TODOS AO ATO!!!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Pezão quer aumentar o desconto do Rioprevidência



A coluna Informe do Dia publicou nesta quarta-feira que o governador 
Pezão quer aumentar o desconto do Rioprevidência dos servidores 
dos atuais 11% para até 14% dos salários. Trata-se de uma lei de 
responsabilidade fiscal que o governo quer implantar, mas que ainda 
não foi enviada à ALERJ para ser discutida.
Ou seja, não contente em parcelar em cinco vezes o 13º, mudar o 
pagamento do salário do início do mês para o 7º dia útil, e não
 conceder reajuste em 2015 e 2016 para diversas categorias, 
entre elas a da Educação, a maior do estado, agora o governo 
acena com mais este ataque aos servidores.
Com certeza esta nova atitude do governador será discutida na 
próxima plenária dos sindicatos de servidores, dia 21.

A matéria do jornal O Dia pode ser lida aqui: 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

A construção da greve geral dos servidores estaduais













Cerca de 100 representantes de sindicatos de servidores estaduais 
do Rio de Janeiro se reuniram nesta terça-feira, dia 12, na sede do 
SEPE-RJ, para discutirem a reação aos diversos ataques que o 
governador Pezão vem fazendo, entre eles: parcelamento do 13º,
mudança do pagamento do salário no início do mês para o 7º dia útil, 
nenhum reajuste em 2015 e 2016 para diversas categorias,
entre elas a da Educação, a maior do estado.
A próxima plenária será dia 21/01, às 17h, quando será 
discutida uma data para a realização de uma assembleia 
geral com a participação de todos os servidores.
Na plenária desta terça foi decidido o seguinte calendário de lutas:
Participação no ato na Uerj, hoje, às 17h;
Participação no ato em defesa do Hospital Estadual Rocha Faria, 
dia 14, às 8h;
Participação no ato contra o aumento das passagens no dia 15, 
no centro da cidade;
Nova plenária dia 21, às 17h, na sede do Sindicato dos Médicos.
Ato público unificado dia 3 de fevereiro, 15h, na Alerj.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Por que os demais servidores públicos de Rio das Ostras não ganharam o mesmo?

Ao ler esta notícia nós do Sepe Rio Das Ostras gostaríamos de perguntar a todos os membros da câmara municipal de Rio das Ostras (acreditamos que são todos apoiadores do governo Alcebiades Sabino) por que os demais servidores públicos de Rio das Ostras não ganharam o mesmo? Dois pesos duas medidas? Será que todos nós não merecemos? Por isso acreditamos que vocês são todos farinha do mesmo saco! Servidor pode ter certeza que só a luta muda a vida, e só com mobilização e greves como ensina a história da classe trabalhadora, ganharemos os mesmos direitos!


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

REDE ESTADUAL MOBILIZADA 21-12

Na foto os diretores do SEPE Rio das Ostras/Casimiro de Abreu Luciano Barboza e Jonathan Mendonça dentro da ALERJ na votação do orçamento da educação estadual

A direção do SEPE Rio das Ostras e Casimiro de Abreu esteve presente na plenária da ALERJ pressionando para que os seguidores do PEZÃO paguem o décimo terceiro dos servidores estaduais. Estavam presentes os servidores da educação, incluindo UERJ, FAETEC, UEZO, além de bombeiros, policiais civis, servidores do DEGASE, CEDAE, saúde e vigilância sanitária, dentre outros. Sob palavras de ordem que enfatizam a unidade da ação das diversas categorias contra os ataques do governo, gritávamos: "Pezão caloteiro, pague o décimo terceiro", sem dúvida essa foi a palavra de ordem mais cantada.
Vivemos no dia 21.12.2015 mais um dia triste para os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, pois além dos gigantescos cortes no orçamento, houve a não aprovação das emendas que garantiam os pagamentos dos servidores e não houve o fim das isenções fiscais das grandes empresas que sugam a maquina do Estado, servidores de diversas categorias e alunos da universidades estaduais foram agredidos fisicamente no final da votação, no vídeo fica claro a truculência de deputados e de seus capangas. Mas não desistiremos, queremos nossos salários e condições dignas de trabalho!
Por uma greve geral dos servidores estaduais!

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=dxVUlovPNx0&feature=youtu.be

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PEZÃO NÃO PAGA 13º SALÁRIO E PROPÕE QUE A CATEGORIA SE ENDIVIDE


O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, após idas e vindas ontem 17/12/2015 de debates com os representantes do governo, vem a público denunciar dois decretos do governador Pezão:

O primeiro define que o pagamento dos servidores será até o sétimo dia útil (OU SEJA, APÓS O VENCIMENTO DE TODAS AS CONTAS DA CATEGORIA), não aceitamos essa alteração e exigimos a manutenção do pagamento até o segundo dia útil de cada mês, que é o modelo atual de pagamento.

O segundo é o decreto que parcela o 13º salário em cinco vezes e também propõe que os servidores recorram a um empréstimo com o Banco Bradesco. Um problema desta proposta é que os salários devem ser pagos pelo governo e ao invés de pagar os servidores, o governo quer nos obrigar a fazer um empréstimo de alto risco. Quem assina o empréstimo é o próprio servidor com seu CPF e não com o CNPJ do Estado, ou seja, caso o governo do Estado não honre com o pagamento do empréstimo será o servidor que irá arcar, incluindo os juros, além de poder ter o nome inlcuído no SERASA.

Outro problema é que no último período quem tem lucrado com a crise econômica do país são os bancos. Pezão diz que pagará os juros dos bancos, mas sabemos que o governo tem dinheiro para pagar os servidores. O governador mente que não tem dinheiro, pois concedeu 6,6 bilhões de reais em isenção fiscal para distribuidoras de bebidas e montadoras de automóveis.

Acreditamos que o verdadeiro problema é que o pagamento dos servidores não é prioridade para o governo, pois sua prioridade é honrar o pagamento com bancos e empreiteiras das Olimpíadas. O SEPE não confia no que Pezão e demais governos dizem e teme pelos servidores que se arrisquem com esse empréstimo, acreditamos que o servidor poderá ficar endividado.

Essa política de ajuste fiscal do Pezão, também esta sendo aplicada em outros estados, mas notoriamente no Rio Grande do Sul (veja: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2015/12/o-emprestimo-e-o-juro-sao-uma-relacao-entre-banco-e-cliente-diz-secretario-da-fazenda-4932149.html), onde essas mesmas propostas de parcelamento criaram diversos problemas com endividamento dos servidores, que por falta de dinheiro para manter suas condições dignas de sobrevivência, foram às ruas lutar por seus direitos.

Acreditamos que só a luta nas ruas poderá garantir o pagamento do nosso 13º salário de forma integral, e por isso convocamos a categoria para estar presente às 10h da segunda – feira 21/12/2015 na ALERJ para acompanhar o processo de votação do orçamento, pois só pressionando nas galerias lotadas, conseguiremos garantir o nosso pagamento integral. 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

SEPE e servidores estaduais fazem ato no Palácio Guanabara 15-12

Assembleia do SEPE 15-12 no auditório da ABI prepara a categoria para manifestação
Luciano da Silva Barboza - Coordenador Geral do SEPE Rio das Ostras/Casimiro de Abreu

Os servidores públicos estaduais da saúde, educação, bombeiros, DEGASE, CEDAE e até da policia civil fizeram na tarde de ontem, 15.12 um ato marchando do Largo do Machado até o Palácio Guanabara, onde exigiram negociar diretamente com o governador Pezão, que ainda não pagou o 13 salário dos servidores. Pezão não atendeu os servidores, que decidiram não negociar com os assessores de Pezão quem não tem poder de.decisão.



Hoje 16-12 o governo respondeu da pior maneira possível: Parcelamento do 13 salário dos servidores em cinco vezes, um verdadeiro absurdo, não vamos aceitar isso e na plenária dos servidores estaduais dia 18.12 às 18h no auditório do SEPE Central, vamos decidir um calendário de lutas contra essa medida. Todas e todos contra a política neoliberal de ajuste fiscal implementada pelo governo estadual de Pezão (PMDB). As trabalhadoras e os trabalhadores não irão pagar pela crise! Só a luta muda a vida!