sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sepe convoca para Assembleia Unificada da rede estadual e municipal de Casimiro de Abreu em 27de fevereiro



Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

Sepe - Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
End.: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º and. Sl. 8 – Centro – Rio das Ostras
Tel.: (22) 2764-7730
Horário de Funcionamento: Segunda, Quarta e Sexta das 09h às 13h; Terça e Quinta das 13h às 17h.
E-mail: sepe.riodasostrasecasimiro@gmail.com
Twitter: @sepeostras
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Prestando Contas (16) Mês de referência: Novembro de 2013

Relatório de Atividades (resumo):

O Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu está divulgando o Relatório de Atividades e o balancete mensal referentes a novembro de 2013.

A rede estadual permaneceu em greve de 8 de agosto a 24 de outubro, completando 77 dias de paralisação. Foi o mais longo movimento grevista da rede dos últimos tempos, diante da intransigência e do autoritarismo do governo estadual, representado pelo governador Cabral e pelo Secretário de Educação Risolia.

O mês de novembro foi marcado pelo reinício das aulas após decretado o fim da greve a partir da polêmica audiência de conciliação do STF, em Brasília.

O Sepe foi solicitado a comparecer a alguns colégios estaduais devido algumas direções estarem tentando impor um calendário de reposição de aulas diferente do deliberado pela categoria em assembleia. Nessas visitas, foram esclarecidos os termos da negociação entre as partes envolvidas e, consequentemente, a não aceitação pelo Sepe de imposições indevidas.

Quanto à rede municipal de ensino de Rio das Ostras, aconteceu uma mobilização dos servidores municipais, incluindo os profissionais da educação, que acabaram paralisando seus trabalhos em duas ocasiões. Uma greve de 24 horas no dia 12 e uma outra, de 72 horas, a partir do dia 20 de novembro. Tanto o Executivo como o Legislativo, este na maioria dos vereadores, viraram as costas aos servidores impondo um reajuste salarial inaceitável de 5.69%. Os servidores fizeram vigília na Câmara Municipal em vários dias de sessão legislativa, buscando o diálogo e a negociação. Mas, em vão.

Quanto à rede de Casimiro de Abreu, o sindicato está aguardando a oportunidade de um agendamento de audiência com a Secretaria Municipal de Educação para tratar de uma pauta emergencial dos problemas do ensino municipal. A solicitação já foi formalizada e reiterada.

Neste mês, aconteceram como de praxe os plantões de diretores na sede, além das visitas às escolas. Destaque para os plantões do Departamento Jurídico, que vem dando tratamento a inúmeros problemas das redes.

Por fim, estão ocorrendo as reuniões da Comissão Paritária para revisão do PCCV da Educação de Rio das Ostras, com a participação da representante do Sepe.


Calendário das atividades realizadas e participadas pelo Núcleo no mês de novembro de 2013:

04 (2ªf) – Sepe vai à escola
           
05 (3ªf) – 13h – Reunião da Comissão de revisão do PCCV, na Semed
– 17h – Ato Público e Assembleia da rede municipal de Rio das Ostras, na Câmara Municipal

06 (4ªf) – 17h – Ato Público dos servidores municipais de Rio das Ostras, na Câmara Municipal

07 (5ªf) – 19h – Reunião da Coordenação do GAL, na Igreja Matriz

08 (6ªf) – 18h – Conselho Deliberativo da rede municipal do Rio de Janeiro, no Sepe/RJ

09 (sáb) – 10h –Conselho Deliberativo da rede estadual, no Sindisprev (Lapa)
 – 14h – Assembleia geral da rede estadual, no Clube Hebraica (Laranjeiras)

12 (3ªf) – Paralisação dos servidores municipais de Rio das Ostras
– 17h – Ato Público dos servidores, na Câmara Municipal

13 (4ªf) – 10 h – Audiência Pública sobre “Certificação”, na Alerj
               -  15h  – Reunião Ordinária do FUNDEB Estadual, na Seeduc
               -  17h – Ato Público dos servidores municipais de Rio das Ostras, na Câmara Municipal

14(5ªf) - 13h – Reunião da Comissão de revisão do PCCV, na Semed

19 (3ªf) – Sepe vai à escola

20 (4ªf) – Paralisação dos servidores municipais de Rio das Ostras

21 (5ªf) – Paralisação dos servidores municipais de Rio das Ostras

22 (6ªf) – Paralisação dos servidores municipais de Rio das Ostras
– 12h – Plantão do Departamento Jurídico, na sede do Núcleo
– 16h – Reunião para formação do Conselho Municipal de Educação de Rio das Ostras, na Semed

27 (4ªf) – 13h – Reunião da Comissão de revisão do PCCV, na Semed

30 (sáb) – 14h – Assembleia geral unificada (redes estadual e municipal do Rio de Janeiro), no ISERJ (Tijuca)


Visitas às escolas nos dias: 4, 6, 7, 12, 19, 20, 21 e 22 de novembro.


Nos dias 01º, 04, 06, 07, 12, 13, 14, 18, 19, 20, 21, 22, 25, 27, 28 e 29 de novembro aconteceram os plantões de diretores na sede do Núcleo, conforme anotações no livro “Cotidiário”. Ações de rotina: atendimento à categoria, presencialmente ou por telefone; contatos pelas redes sociais; elaboração de textos, boletins, cartazes e postagens na internet; elaboração do plano de contas e dos balancetes mensais; contatos com bancos e fornecedores; acompanhamento dos trabalhos da funcionária; contatos com o Sepe Central e demais instituições; organização e funcionamento da sede, em geral.



Só a luta transforma a vida!

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Conversando com versos (46): "Vandalismo", de Augusto dos Anjos (1884-1914)

 

"Vandalismo"

Meu coração tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longínquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenças.

Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Vertem lustrais irradiações intensas
Cintilações de lâmpadas suspensas
E as ametistas e os florões e as pratas

Como os velhos Templários medievais
Entrei um dia nessas catedrais
E nesses templos claros e risonhos...

E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!



Fonte: Augusto dos Anjos/ Literatura Comentada por Zenir Campos Reis. São Paulo: Abril Educação, 1982, p. 62



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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sepe realiza assembleia unificada das redes estadual e municipal de Rio das Ostras em 19 de fevereiro


No dia 19 de fevereiro, quarta-feira, o Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu realizou assembleia unificada das redes estadual e municipal de Rio das Ostras, na sede do sindicato.


Pontos tratados sobre a rede estadual:
1) Reunião de planejamento do Sepe/RJ em 8 e 9 de janeiro; 2) Assembleia unificada do Sepe/RJ em 15 de fevereiro; 3) Conselho Orçamentário do Sepe/RJ em 22 de fevereiro; 4) Aula Pública do Sepe/RJ em 24 de fevereiro; 5) Paralisação de 24 horas das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro em 1º de abril (50 anos do Golpe Civil-Militar); 6) Visitas às escolas e distribuição dos materiais (mural, boletim e Conselho de Classe); 7) Eleição de delegados para o 14º Congresso do Sepe em 26 a 29 de março; 8) Eleição de representantes de escolas; 9) Carta Sindical do Sepe/RJ; 10) Eixos para a pauta da Campanha Salarial de 2014; 11) Próximas assembleias gerais da rede estadual em Rio das Ostras e no Rio de Janeiro. (O detalhamento desses pontos será divulgado, oportunamente.).


Pontos tratados sobre a rede municipal de Rio das Ostras:
1) Solicitação de audiências com Prefeito, Secretária Municipal de Educação e Presidente da Câmara; 2) Solicitação de abono de ponto para os delegados ao 14º Congresso do Sepe/RJ; 3) Comissão Paritária para revisão do PCCV da Educação; 4) Conselho Municipal de Educação (CME) de Rio das Ostras; 5) Comissão de Estudos para atualização do Regimento do CME/RO; 6) Fórum Municipal de Educação; 7) Posse do Conselho Municipal do Meio Ambiente de Rio das Ostras; 8) Solicitação de abono de faltas nos dias 7 e 27 de setembro de 2011; 9) 6º Concurso Público de Rio das Ostras; 10) Processo de desconto em folha dos filiados junto à Prefeitura; 11) Edital para seleção de Estagiário em Direito; 12) Assembleias específicas para eleição de delegados ao 14º Congresso do Sepe/RJ; 13) Eixos para a pauta da Campanha Salarial de 2014; 14) Próxima assembleia geral da rede municipal de Rio das Ostras. (O detalhamento desses pontos será divulgado, oportunamente.).


Só a luta transforma a vida!

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Conselho Fiscal conclui e aprova prestação de contas do Núcleo referente ao ano de 2013


No dia 19 de fevereiro, quarta-feira, o Conselho Fiscal do Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu concluiu e aprovou a prestação de contas referente ao ano de 2013.

Conforme a política aprovada pelo Conselho Orçamentário do Sepe/RJ (Sepe Central), os Núcleos do interior e Regionais da capital devem apresentar seus balancetes constando todas as receitas e despesas mensais, além dos saldos iniciais e finais, bancários e de caixa.

No caso do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, seus balancetes além de serem enviados e arquivados no Sepe Central, são também divulgados pela internet neste blog (ver marcador específico).


O próximo Conselho Deliberativo Orçamentário está previsto para o dia 22 de fevereiro.

Só a luta transforma a vida!

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Conselho Municipal de Meio Ambiente de Rio das Ostras toma posse em 19 de fevereiro. Sepe presente


No dia 19 de fevereiro, quarta-feira, tomou posse o Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) de Rio das Ostras para o biênio 2014/2015. O evento ocorreu no auditório da SEMAP, no Parque dos Pássaros.


A mesa solene contou com a presença do prefeito de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino, além do Secretário de Meio Ambiente, Nivaldo Talon, e da Subsecretária, Alice Guida.


O CMMA tem na sua composição dezessete conselheiros titulares, sendo nove indicados por entidades da sociedade civil organizada, três, por instituições técnicas e cinco, pelo poder público municipal.


O Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, que já participou deste Conselho, retorna a ter assento tendo como titular e como suplente os diretores Rosilene Macedo e Rosaldo Peixoto, respectivamente.


O CMMA/RO se reúne, ordinariamente, em todas as segundas quartas-feiras do mês, às nove horas, no auditório da SEMAP. E, extraordinariamente, quando convocado pela presidência.

Só a luta transforma a vida!

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Os protestos no Brasil e o desafio às Ciências Sociais

Por Luciana Ballestrin*

As Ciências Sociais possuem singularidades absolutamente distintivas das Ciências Exatas e afins que marcam complexos de inferioridade explicativa ou de superioridade intelectual. Nossa incapacidade de formular "leis” sociais, políticas e culturais atestam para alguns uma clara limitação e impossibilidade científica. O fato de sermos ao mesmo tempo sujeito e objeto nas nossas análises afastam a pretensão positivista da neutralidade, sendo o nosso poder de predição quase nulo diante do laboratório da experiência humana.
Constantemente, a comunidade de cientistas sociais exercem uma espécie de autoanálise que permite compreender e aceitar nossas diferenças no contestável campo científico. Ao identificarmos que a vontade de saber é uma vontade de poder; que a própria construção do que é ciência é inscrita em um processo político e econômico global; que as humanidades institucionalizaram-se com e contra as relações imperiais e coloniais do poder, saber e ser, e que aquilo que é aceito como legitimamente científico produz um tipo de injustiça cognitiva, liberta-nos de comparações inglórias, ao mesmo tempo em que projeta-nos invariavelmente no universo da intelectualidade pública.

O rótulo do ser intelectual costuma ser visto com antipatia por aqueles que denunciam a distância por vezes abismal entre o mundo teórico e prático, a vida dentro e fora dos muros das universidades. Ora, transform(ação) implica claramente em ação, e julgamentos comuns não a concebem no interior do campo da teoria, essa sim "alienada”. Como não lembrarmos da famosa pichação do Maio de 1968 francês na Sorbonne: "Não teríamos mais problemas quando o último sociólogo fosse estrangulado com as tripas do último burocrata”? E, com efeito, os intelectuais tornam-se em si um importante objeto sociológico, assim como a dualidade entre teoria e práxis. Mas, o fazer teórico sobre a política implica em politizar a teoria nos entornos específicos da militância ou academia; daí que a relação entre teoria e prática é sempre relacional e transcendente ao lócus científico autorizado. Intelectuais vanguardistas, orgânicos, públicos e populares: sabemos que títulos honoríficos apesar da legitimidade coroada, não constituem e não definem uma pessoa intelectual.

Desde o ano de 2013, o Brasil tem testemunhado um fenômeno social e político que guarda algumas semelhanças com outros contextos locais e nacionais, de difícil explicação por quem assim deseja fazer. Neste momento, e em todo mundo, parece que a única certeza tem sido a de que todos nós – como curiosos, cidadãos, intelectuais, cientistas sociais, ativistas, militantes, pessoas enfim, – estamos protagonizando um período histórico de difícil enquadramento, compreensão e encaixe. Estamos diante de uma conjuntura particularmente estranha, no que pese uma série de questões anteriormente mais ou menos definidas e identificadas. Os aportes teóricos e as referências históricas que possuímos para explicar e comparar os acontecimentos das manifestações nacionais e internacionais têm se revelado claramente insuficientes para darmos conta dos sinais que diferentes povos cotidianamente não se cansam de emitir.

Na realidade brasileira, o anseio por mudanças alia-se ao medo das incertezas e é entre eles que as opiniões dividem-se: céticas, entusiastas, pasmas, indiferentes, paralisadas. O monopólio para a interpretação correta do que está acontecendo torna-se impossível e indesejável na busca pela prudência. As teorias sociológicas sobre os movimentos sociais, ação coletiva e sociedade civil necessitam incorporar uma série de variáveis difíceis em sua simples identificação. Neste contexto, diariamente a internet tem sido fundamental para a divulgação e troca de comentários, análises e opiniões que às vezes caducam na velocidade dos acontecimentos; cientistas sociais de todas as gerações somam-se como cidadãos na esfera pública virtual.

Assim, no Brasil as análises desde e sobre as jornadas de junho tem se dividido em incentivo, estranheza ou receio. Em jogo, uma conjuntura política nacional que deixa pouco espaço para a aposta na incerteza movimentalista vis-à-vis a certeza institucionalista, necessária ainda que neutralizada. Em 2014, copa do mundo, eleições presidenciais e cinquentenário do golpe civil-militar: um cenário inédito, logo imprevisível, cheio de sonhos e temores.

Muito se tem dito sobre a presença de milhares de jovens nas ruas deste Brasil. Trata-se de uma nova geração, com outras referências, códigos, sociabilidades, identidades e desejos que a maioria ou a velha guarda não consegue captar – talvez algo desde o início e em essência já desmanchado no ar. Na rua, lutas, ideologias, discursos, ações, sentidos, performances, teatralizações e desobediência civil em direções diversas, opostas e semelhantes, que acabam por se aglutinar em torno de uma única noção identificada: protesto.

Simpatizando ou não com os acontecimentos que têm sacudido as ruas, com maior intensidade em certas capitais, algumas evidências são de difícil contestação. O Brasil tem vivenciado meses de intensa politização da vida social, na qual a violência estatal e social ganhou um espaço de reflexão e manipulação novos porque em função da repressão aos próprios protestos – não podemos esquecer que o primeiro debate a pautar a violência no Brasil, deu-se em 2005 com a derrota da sociedade civil no Referendo das Armas pelo voto direto e popular.

Tenta-se encontrar padrões de repetição histórica em outras manifestações aqui e no mundo, desde o século XIX; mas, gostando ou não, a coisa é nova e o desconhecimento gera medo, cautelar ou reacionário.

Enquanto isso, rearticula-se de maneira impressionante, um discurso fascista travestido de direito à divergência e liberdade de pensamento. Suas marcas principais, para além do espaço que tem conquistado na mídia, é a intolerância, o ódio, o preconceito, o desrespeito e a truculência. Não suporta a existência do outro e da outra diferente. Por mais que as manifestações mostrem o contrário, devido ao caldeirão (des)ideológico, é este mesmo discurso que todos os dias mostra com força que não somente esquerda e direita ainda existem em seu sentido dicotômico, como esta última, também, atrai novidades. É nova porque faz justiça com as próprias mãos e palavras, sabendo que está servindo para algo assustadoramente considerado do bem, com aval da concessão pública. Por seu turno à esquerda, as novidades são deslizantes e vulneráveis, com capacidade criativa e instigante. O problema maior vai além da acusação governista, mas de uma certa recusa ao mergulho na luta difícil, profunda e diária dos meandros institucionais partidários e sistêmicos que muitos cansados ainda insistem em travar.

Duas palavras chaves não podem se perder dos nossos horizontes: democracia e justiça. Afinal, contra quais injustiças as ruas estão realmente lutando? Afinal, qual a plataforma democrática que está por se sugerir? Daqui certamente podem sair respostas genuínas e inspiradas, e daí conseguimos entender certas coberturas midiáticas criminalizantes e conservadoras. Mas existem outras respostas que estão sendo elaboradas e canalizadas para muito longe da luta pela democracia e pela justiça, somando-se ou inspirando as novidades à direita. E é isso que causa tanto medo de ações etéreas porquanto não a interpretamos: o aprofundamento de um abismo nefasto já aberto, cheios de postes a nos esperar.

(*) Coordenadora do Curso de Relações Internacionais da UFPel.



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