quinta-feira, 6 de novembro de 2014

XVII Encontro Estadual dos Funcionários das Escolas Públicas 2014


Entre os dias 28 e 30 de novembro, acontecerá o XVII Encontro Estadual dos Funcionários das Escolas Públicas 2014.

O título deste ano é: Funcionários de Escola - 27 anos de resistência. Extinção, nunca!


O encontro acontece no Arcos Rio Palace Hotel, Av. Mem de Sá, 117, Centro - Rio.










Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
Sepe - Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
End.: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º and. Sl. 8 – Nova Esperança – Rio das Ostras
Tel.: (22) 2764-7730
Horário de Funcionamento: Segunda, Quarta e Sexta das 09h às 13h; Terça e Quinta das 13h às 17h.
E-mail: sepe.riodasostrasecasimiro@gmail.com
Twitter: @sepeostras

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Câmara Municipal de Rio das Ostras tem nova sessão. Reajuste dos servidores fica para as calendas.




No dia 4 de novembro, terça-feira, a Câmara Municipal de Rio das Ostras teve nova sessão. Ponto de pauta mais esperado — o reajuste salarial dos servidores — ficou mais uma vez para as calendas gregas!




Como em outras sessões, o Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu esteve presente para  cobrar dos vereadores a discussão e a aprovação da matéria. O índice de reajuste aprovado em fóruns da categoria durante a campanha unificada de 2014 é de 20%, para cobrir as perdas inflacionárias do ano e perdas de períodos anteriores.




Acontece que nesta sessão quase nada foi discutido. Meteórica — durou  pouco mais de 20 minutos! — a presidência declarou encerrados os trabalhos — para espanto geral do plenário.




Ato contínuo, sem mais explicações, nem entre si  e nem para a plateia presente, os legisladores se apressaram em se retirar do recinto — sem esconderem certo constrangimento.



A rotina se repetiu:  desrespeito aos cidadãos e descaso para com os servidores públicos, incluindo professores e funcionários de escolas. Nem sequer uma palavra para justificar os salários que receberão neste dia tão "exaustivo" de trabalho!



Diante desse descalabro, cabe à categoria junto ao sindicato retomar às mobilizações que tanto marcaram recentemente as lutas em diversas redes de ensino neste Estado e pelo país afora.



Só a luta transforma a vida!



Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
Sepe - Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
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Conversando com versos (85): "Nize? Nize? onde estás?", de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789)


"Nize? Nize? onde estás?


Nize? Nize? onde estás? Aonde espera
achar-te uma alma que por ti suspira,
se quanto a vista se dilata e gira,
tanto mais de encontrar-te desespera?

Ah! se ao menos teu nome ouvir pudera
entre esta aura suave, que respira!
Nize, cuido que diz; mas é mentira.
Nize, cuidei que ouvia; e tal não era.

Grutas, troncos, penhascos da espessura,
se o meu bem, se a minha alma em vós se esconde.
mostrai, mostrai-me a sua formosura!

Nem ao menos o eco me responde!
Ah! como é certa a minha desventura!
Nize? Nize? onde estás ? aonde? aonde? 


Fonte: Internet. Clube da Poesia.



Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
Sepe - Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
End.: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º and. Sl. 8 – Nova Esperança – Rio das Ostras
Tel.: (22) 2764-7730
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Projeto Sepe vai à escola (40): E.E.M. Fazendas Reunidas Atlântica, E.M. Nadir da Silva Salvador, E.M Inayá Moraes do D' Couto e E.M. Alberto Jorge, em Rio das Ostras.





No dia 04 de novembro, terça-feira, diretores do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu realizaram um roteiro de visitas às escolas municipais de Rio das Ostras.





Desta vez, entre outras, foram visitadas as escolas: E.E.M. Fazendas Reunidas Atlântica, E.M. Nadir da Silva Salvador, E.M. Inayá Moraes do D' Couto e E.M. Alberto Jorge, todas em Rio das Ostras.




Além da distribuição de praxe dos materiais do sindicato, nestas visitas os representantes sindicais continuaram fazendo o convite aos profissionais da educação para estarem acompanhando as sessões da Câmara Municipal.




Como é de conhecimento geral, é nesta época do ano que ocorre a data-base para o reajuste salarial  para os servidores municipais de Rio das Ostras, incluindo professores e funcionários de escola.





Até o momento, nenhum sinal de ter chegado à Casa Legislativa a proposta do Executivo para este ano de 2014. A demora tem deixado setores dos servidores apreensivos, pois o histórico recente tem demonstrado desrespeito para com os servidores e pouca atenção para as necessidades básicas do sofrido povo riostrense.




O Sepe conclama e convida ao conjunto dos educadores deste município a comparecer às sessões da Câmara Municipal, que ocorrem todas as terças e quartas-feiras, a partir de 17h 30min.

20% de reajuste, já!




Só a luta transforma a vida!

Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ainda o desenvolvimento


Por Wladimir Pomar

Apesar das políticas de crescimento econômico e de redução da pobreza dos governos Lula e Dilma, o Brasil ainda não se livrou da crise estrutural que o assola desde meados dos anos 1970. Nessa década o país foi abalado pelo esgotamento do ciclo de crescimento subordinado da ditadura militar, que o afundou na crise da dívida externa. O uso abusivo dos empréstimos de petrodólares e a transformação do dólar em moeda de circulação mundial levaram, primeiro, à estagnação dos anos 1980 e, depois, à devastação  dos anos 1990.

Nos anos 1980, o PIB brasileiro cresceu a taxas inferiores a 1%, causando uma profunda mudança na propriedade de ativos e promovendo uma intensa centralização de capital. Isto, enquanto na Ásia vários países em desenvolvimento alcançavam taxas de crescimento superiores a 7% ao ano, e o capitalismo norte-americano acelerava seu processo de centralização, financeirização, desindustrialização e de déficits conjugados.

Nos anos 1990, o Brasil foi submetido aos ditames do Consenso de Washington e à reestruturação industrial promovida pelas corporações transnacionais. Estas se apoderaram das estatais privatizadas e de inúmeras outras empresas em dificuldade, relocalizaram plantas industriais em outros países “mais baratos”, e abriram buracos imensos nas cadeias produtivas nacionais. Apesar, ou por causa disso, o país cresceu apenas 2% ao ano, enquanto na Ásia a China alcançava cifras de 9% ao ano, e a Índia, Vietnã e outros “tigres” cresciam a taxas acima de 6% ao ano.

De 2003 a 2009, o Brasil se beneficiou das importações massivas de commodities e da queda da inflação mundial, ambas patrocinadas principalmente pelo desenvolvimento da China. Isso permitiu ao Brasil crescer a taxas médias anuais superiores a 4,5% e aguentar o tranco da crise econômica que teve os Estados Unidos como epicentro. Numa manobra de flanco, mesmo mantendo o tripé econômico neoliberal, o governo Lula consolidou políticas de elevação salarial e de transferência de renda para as camadas mais pobres da população, induzindo um crescimento econômico via elevação do consumo.

Essas políticas foram mantidas e ampliadas pelo governo Dilma. Mas já no contexto de expansão da crise econômica do capitalismo desenvolvido para a Europa, com repercussões negativas em todo o mundo e no Brasil, com quedas nas taxas de crescimento anual. Vista em retrospectiva, a taxa média de crescimento do Brasil nos últimos 40 anos pode ser comparada a um voo de galinha rente ao chão.

A crise social só não está pior porque os programas sociais dos governos Lula e Dilma minoraram a miséria e a pobreza, e o crescimento demográfico teve seu ritmo reduzido. Mas a erosão das cadeias industriais continuou seu curso. Diminuiu a geração produtiva de valor. Manteve as dificuldades para transformar a economia de renda média do país num padrão de renda alta. E não aumentou a oferta a um patamar que atendesse ao crescimento do poder de compra das camadas pobres da população que ingressaram no mercado de trabalho e se elevaram acima da linha da pobreza.

Nessas condições, cresceram os indícios, pelo menos desde 2011, de que não há mais como crescer apenas pela expansão do consumo e dos empregos nos setores de comércio e serviços. E de que não adianta muito dialogar para mediar os problemas colocados pelos grupos empresariais e pelos grupos de interesse político-partidários. O governo não conta mais com um forte grupo de estatais, capaz de permitir ao Estado atuar diretamente no comando da política econômica dos setores-chave. E a cooperação do governo com o setor privado para resolver os problemas de logística, de comunicações e de energia sofre com a natureza do capital privado, que só se move com a perspectiva de lucro igual ou superior à taxa Selic. Algo que encarece as obras, pesa sobre o endividamento público e os preços, e engessa as políticas governamentais.

Além disso, o governo se debate ainda com o desmantelamento neoliberal do sistema de planejamento e elaboração de projetos do Estado. A privatização do controle das telecomunicações, transportes, eletricidade, e outros sistemas, através de agências híbridas, impede a realização de uma administração pública real desses setores. E o Brasil ainda não recuperou seu sistema de planificação, liquidado nos anos 1990. O Ministério do Planejamento é, basicamente, de Orçamento e Gestão, sem haver retomado seu papel de planificar e controlar a estratégia de planejamento do desenvolvimento.

Em grande medida o governo continua amarrado aos ditames neoliberais. Boa parte dos economistas de fora e de dentro da máquina governamental considera que é preciso perseverar na macroeconomia dos juros altos, ajustes fiscais e flutuação  do dólar para manter a inflação sob controle. Outra parte acredita que o salto da produtividade industrial  é o grande desafio de um novo ciclo de crescimento mais robusto. E sugere que isto só pode ocorrer se houver uma integração maior da economia brasileira nas grandes cadeias globais de suprimento e inovação, nas quais predominam as trocas dentro das empresas e entre grandes empresas.

Ou seja, uns subordinam à macroeconomia monetária, fiscal e cambial o crescimento econômico, sem considerar que a indústria deve ser o carro chefe, por ser ainda a principal geradora de valor agregado, ou de acumulação de capital. Outros, além de quererem um crescimento gerador de desemprego (salto de produtividade só pode ocorrer com elevação do padrão tecnológico e descarte de força de trabalho), pretendem integrar, ou entregar, às cadeias globais dominadas pelas corporações transnacionais uma economia já dominada por essas mesmas corporações.

Nas condições atuais do Brasil, a macroeconomia deve ser subordinada à solução dos problemas estruturais, o principal deles sendo o aumento da produção industrial e da agricultura alimentar. E terá que ser uma industrialização que combine altas taxas de emprego, capazes de absorver pelo menos os 21 milhões de jovens sem estudo e sem emprego, com a elevação da produtividade em setores chaves. O que exige uma política de desenvolvimento de novo tipo.

Isto é, uma política que objetive elevar as taxas de investimento público nos setores industriais chaves, inclusive com novas empresas estatais; forçar a democratização do capital através de programas contra os cartéis, os oligopólios e os investimentos de curto prazo; estimular a concorrência empresarial; e resolver, prioritariamente, os gargalos de infraestrutura urbana e produtiva, de modo a combater a inflação através do aumento da oferta, e não de compressão da demanda.

Para que o desenvolvimento ocorra, e combine a economia com as demandas sociais e com a política democrática, a macroeconomia deve estar subordinada àqueles objetivos. O inverso será continuar a amarração do governo à ortodoxia neoliberal.




Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

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Pauta de reivindicações do Sepe foi publicada no Jornal O Dia




O Sepe publicou a pauta de reivindicações da categoria na edição do jornal O Dia de 25/11, véspera da eleição de 2º turno para Governador do Estado. O Sindicato fez questão de pagar o espaço para que a população do Rio de Janeiro tivesse acesso a nossa pauta. 


Clique aqui para ver a publicação.




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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Quão “cordial” é o povo brasileiro?


Por Leonardo Boff


Dizer que o brasileiro é um “homem cordial” vem do escritor Ribeiro Couto, expressão generalizada por Sérgio Buarque de Holanda em seu conhecido livro: “Raizes do Brasil” de 1936 que lhe dedica o inteiro capítulo Vº. Mas esclarece, contrariando Cassiano Ricardo que entendia a “cordialidade”como bondade e a polidez, que “nossa forma ordinária de convívio social é no fundo, justamente o contrário da polidez”(da 21ª edição de 1989 p. 107). Sergio Buarque assume a cordialidade no sentido estritamente etimológico: vem de coração. O brasileiro se orienta muito mais pelo coração do que pela razão. Do coração podem provir o amor e o ódio. Bem diz o autor:”a inimizade bem pode ser tão cordial como a amizade, visto que uma e outra nascem do coração”(p.107).

Escrevo tudo isso para entender os sentimentos “cordiais” que irromperam na campanha presidencial de 2014. Houve por uma parte declarações de entusiasmo e de amor até ao fanatismo para os dois candidatos e por outra, de ódios profundos, expressões chulas por parte de ambas as partes do eleitorado. Verificou-se o que Buarque de Holanda escreveu: a falta de polidez no nosso convívio social.

Talvez em nenhuma campanha anterior se expressaram os gestos “cordiais” dos brasileiros no sentido de amor e ódio contidos nesta palavra. Quem seguiu as redes sociais, se deu conta dos níveis baixíssimos de polidez, de desrespeito mútuo e até falta de sentido democrático como convivência com as diferenças. Essa falta de respeito repercutiu também nos debates entre os candidatos, transmitidos pela TV. Por exemplo, que um dos candidatos chame a Presidenta do país de “leviana e mentirosa” se inscreve dentro desta lógica “cordial”, embora revele grande falta de respeito diante da dignidade do mais alto cargo da nação.

Para entender melhor esta nossa “cordialidade” cabe referir duas heranças que oneram nossa cidadania: a colonização e a escravidão. A colonização produziu em nós o sentimento de submissão, tendo que assumir as formas políticas, a lingua, a religião e os hábitos do colonizador português. Em consequência criou-se a Casa Grande e a Senzala. Como bem o mostrou Gilberto Freyre não se trata de instituições sociais exteriores. Elas foram internalizadas na forma de um dualismo perverso: de um lado os senhor que tudo possui e manda e do outro o servo que pouco tem e obedece ou também a hierarquização social que se revela pela divisão entre ricos e pobres. Essa estrutura subsiste na cabeça das pessoas e se tornou um código de interpretação da realidade e aparece claramente nas formas como as pessoas se tratam nas redes sociais.

Outra tradição muito perversa foi a escravidão. Cabe recordar que houve uma época, entre 1817-1818, em que mais da metade do Brasil era composta de escravos (50,6%). Hoje cerca de 60% possui algo em seu sangue de escravos afro-descendentes. O catecismo que os padres ensinavam aos escravos era “paciência, resignação e obediência”; aos escravocratas se ensinava “moderação e benevolência” coisa que, de fato, pouco se praticava.

A escravidão foi internalizada na forma de discriminação e preconceito contra o negro que devia sempre servir. Pagar o salário é entendido por muitos ainda como uma caridade e não um dever, porque os escravos antes faziam tudo de graça e, imaginam que devem continuar assim. Pois desta forma se tratam, em muitos casos, os empregados e empregadas domésticas ou os peões de fazendas. Ouvi de um amigo da Bahia que escutou uma senhora, moradora de um condomínio de alta classe dizer:”os pobres já recebem a bolsa-família e além disso creem que têm direitos”. Eis a mentalidade da Casa Grande.

As consequências destas duas tradições estão no inconsciente coletivo brasileiro em termos, não tanto de conflito de classe (que também existe) mas antes de conflitos de status social. Diz-se que o negro é preguiçoso quando sabemos que foi ele quem construiu quase tudo que temos em nossas cidades. O nordestino é ignorante, porque vive no semi-árido sob pesados constrangimentos ambientais, quando é um povo altamente criativo, desperto e trabalhador. Do nordeste nos vêm grandes escritores, poetas, atores e atrizes. No Brasil de hoje é a região que mais cresce economicamente na ordem de 2-3%, portanto, acima da média nacional. Mas os preconceitos os castigam à inferioridade.

Todas essas contradições de nossa “cordialidade” apareceram nos twitters, facebooks e outras redes sociais. Somos seres contraditórios em demasia.

Acrescento ainda um argumento de ordem antropológico-filosófica para compreender a irrupção dos amores e ódios nesta campanha eleitoral. Trata-se da ambiguidade fontal da condição humana. Cada um possui a sua dimensão de luz e de sombra, de sim-bólica (que une) e de dia-bólica (que divide). Os modernos falam que somos simultaneamente dementes e sapientes (Morin), quer dizer, pessoas de racionalidade e bondade e ao mesmo tempo de irraconalidade e maldade. A tradição cristã fala que somos simultaneamente santos e pecadores. Na feliz expressão de Santo Agostinho: cada um é Adão, cada um é Cristo, vale dizer, cada um é cheio de limitações e vícios e ao mesmo tempo é portador de virtudes e de uma dimensão divina. Esta situação não é um defeito mas uma característica da condition humaine. Cada um deve saber equilibrar estas duas forças e na melhor das hipóteses, dar primazia às dimensões de luz sobre as de sombras, as de Cristo sobre as do velho Adão.

Nestes meses de campanha eleitoral se mostrou quem somos por dentro, “cordiais” mas no duplo sentido: cheios de raiva e de indignação e ao mesmo tempo de exaltação positiva e de militância séria e auto-controlada.

Não devemos nem rir nem chorar, mas procurar entender. Mas não é suficiente entender; urge buscar formas civilizadas da “cordialidade” na qual predomine a vontade de cooperação em vista do bem comum, se respeite o legítimo espaço de uma oposição inteligente e se acolham as diferentes opções políticas. O Brasil precisa se unir para que todos juntos enfrentemos os graves problemas internos e externos (guerras de grande devastação e a grave crise no sistema-Terra e no sistema-vida), num projeto por todos assumido para que se crie o que se chamou de o Brasil como a “Terra da boa Esperança”(Ignacy Sachs).






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