quarta-feira, 6 de março de 2013

Sepe/RJ realiza assembleia da rede estadual em 5 de março. Núcleo presente.





No dia 5 de março, terça-feira, os professores e funcionários administrativos de escolas públicas estaduais realizaram uma assembleia geral, na ABI, com paralisação de 24 horas, contra as políticas autoritárias e meritocráticas impostas pela Secretaria Estadual de Educação. Além dos ataques do governo estadual aos direitos dos educadores e as más condições de trabalho e saúde.




Esta assembleia deu prosseguimento à Campanha Salarial de 2013 e a  fazer frente aos desmandos do economista e negocista Wilson Risolia, que desempenha seu papel de aprofundar a mercantilização e a privatização da educação pública no estado.




Os profissionais da educação presentes decidiram realizar uma nova paralisação no dia 21 de março, quinta-feira, quando a mobilização pela campanha salarial vai continuar. Neste dia, será realizada nova assembleia, também na ABI, às 11 horas, quando uma proposta de greve será discutida; logo após a assembleia, também no dia 21, ocorrerá um ato público em frente à ALERJ.



 Neste dia 5, as redes estadual e municipal do Rio de Janeiro fizeram uma paralisação conjunta. Elas reivindicam piso salarial de 5 salários mínimos para professores e 3,5 para funcionários. O piso do professor estadual hoje é de R$ 1.001,00; no município, o professor recebe piso salarial de R$ 1.092,00.




A assembleia geral contou com representações de vários municípios, estando presente o Núcleo de Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, entre professores e funcionários da ativa e aposentados.



Só a luta transforma a vida!

Diretoria do Sepe Núcleo Rio das ostras e Casimiro de Abreu

Sepe - Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu
End.: Alameda Casimiro de Abreu, 292 – 3º and. Sl. 8 – Centro – Rio das Ostras
Tel.: (22) 2764-7730
Horário de Funcionamento: Segunda, Quarta e Sexta das 09h às 13h; Terça e Quinta das 13h às 17h.
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Sepe/RJ realiza Aula Pública na abertura da Campanha Salarial Unificada 2013. Núcleo presente.



No dia 5 de março, o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ) realizou a Aula Pública, na Cinelândia, como parte da abertura da Campanha Salarial Unificada (Estado e municípios) de 2013.


O Núcleo de Rio das Ostras e Casimiro de Abreu esteve presente com uma representação de sua diretoria. Neste dia, houve paralisação de 24 horas das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro.


O Sindicato e a categoria manifestaram seu repúdio às políticas de privatização e meritocrática dos governos, que, sucessivamente, têm aprofundado a destruição da escola pública e o ataque aos direitos dos trabalhadores.


Só a luta transforma a vida!

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terça-feira, 5 de março de 2013

Sepe/RJ realiza Plenária Unificada dos funcionários administrativos das redes de ensino. Núcleo presente.



No dia 2 de março, sábado, os funcionários administrativos se reuniram em Plenária Unificada (estado e município), no auditório do Sepe/RJ, para dar início à Campanha Salarial 2013. Representaram o Núcleo de  Rio das Ostras e Casimiro de Abreu os diretores Carlos Gusmão e Rosaldo Peixoto.



Os presentes trataram de uma pauta discutida e acumulada em plenárias anteriores, dando ênfase aos problemas deste segmento específico, que sofre desde longa data de opressão pelos sucessivos governos, tanto na esfera estadual e quanto na municipal do Rio de Janeiro.



A proposta de pauta apresentada tinha os seguintes pontos:

1)      Plano de carreira unificado;
2)      Piso de 3,5 salários mínimo;
3)      Carga horária de 30 horas semanais;
4)      Garantia de lotação na unidade escolar;
5)      Garantia de remoção entre as CREs;
6)      Direção colegiada;
7)      Concurso Público;
8)      Bônus cultura;
9)      Incorporação da gratificação – Decreto 17.042, de 30 de setembro de 1998;
10)   Redefinição de função para readaptados;
11)   Que o Sepe envie ofícios para a prefeitura e câmara de vereadores pedindo audiências;
12)   Que a logomarca do Sepe volte a ser com a unificação dos funcionários.



A Plenária, que estava representativa para um sábado chuvoso e em meio à greve dos rodoviários, debateu amplamente a pauta, cujo resultado será divulgado pelo Sepe/RJ. O segmento dos aposentados -  funcionários e professores - marcou presença junto à luta dos profissionais da ativa.



Entre os muitos temas, se destacou o da unificação dos funcionários e professores que teve como marco histórico o 3º Congresso Estadual do Sepe/RJ, realizado em 1987, no Teatro da UERJ, quando a unificação foi aprovada.



Naquele momento, um grande e intenso debate se estabeleceu entre os congressistas, o que levou à renúncia coletiva da direção do Sepe/RJ, inaugurando uma nova fase no sindicato. A avaliação desse momento histórico tem merecido diferentes versões, estando, para alguns, na origem dos atuais acontecimentos.



A tese da unificação é correta, sendo o Sepe/RJ o pioneiro no país. No entanto, essa política ainda está em processo de efetivação nas escolas e no próprio sindicato. Daí porque ser necessário e urgente reafirmar, após 26 anos de unificação que “Todos somos Educadores”.



Só a luta transforma a vida!

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segunda-feira, 4 de março de 2013

Profissionais de educação do município do Rio de Janeiro e da rede estadual fazem paralisação dia 5 de março



Os professores e funcionários administrativos do município do Rio e da rede estadual farão uma paralisação conjunta de 24 horas, no dia 5 de março (terça). As duas redes estão em campanha salarial e reivindicam piso salarial de 5 salários mínimos para professores e 3,5 para funcionários. No mesmo dia, a categoria participa da Marcha da Educação, em conjunto com outras entidades integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP), com concentração na Candelária, a partir das 16h.

05 DE MARÇO: Rede estadual fará paralisação de 24 horas e assembleia às 13h

Os profissionais da rede estadual lotaram o auditório da ABI para realizar a assembleia geral da categoria no dia 23 de fevereiro. As principais deliberações da categoria foram: o lançamento da Campanha Salarial de 2013, com a reivindicação de piso de 5 salários mínimos para o professor e 3,5 para o funcionário; a realização de uma paralisação de 24 horas no dia 5 de março, quando os profissionais farão uma assembleia geral, às 13h, no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 – 9º andar) e participarão da Marcha da Educação convocado pelo Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP), com concentração na Candelária, a partir das 16h.

Profissionais definiram os eixos para a luta contra os ataques de Cabral/Risolia

A categoria também definiu a luta contra os ataques do governo Cabral contra a educação e contra os direitos dos profissionais das escolas estaduais. A Assembleia se posicionou contra a resolução que trata do tempo de planejamento, no sentido de ser cumprido dentro da escola; veja os eixos definidos:

Direitos:
1) Plano de Carreira Unificado, com paridade para aposentados;
2) À lotação dos professores e funcionários;
3) Efetivação dos animadores culturais;
4) Recuperação do Iaserj;
5) Concurso público e fim da certificação.

Gestão Democrática:
1) Eleições para direção nas escolas;
2) Liberdade de expressão e organização;
3) Fim do assédio moral;
4) Eleição de representante das escolas e formar comitês por escolas;

Pedagógico:
1) 1/3 da carga horária para planejamento;
2) 1 matrícula, 1 escola;
3) Nenhuma disciplina com menos de 2 tempos de aula em todas as séries.


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Destino e origem dos recursos do novo PNE


No final de 2012 o Governo Federal cedeu à pressão da sociedade civil e, corretamente, assumiu a necessidade de investimento equivalente a 10% do PIB em políticas educacionais como meta do novo PNE (Plano Nacional de Educação). O debate, que acontece agora no Senado, recai sobre um novo dissenso: o destino dos investimentos. O dinheiro deve ir, exclusivamente, para as escolas públicas ou será permitida a transferência de recursos públicos para o setor privado da educação?

Considerando-se que o Poder Público brasileiro oferta (em redes próprias) mais de 40 milhões de matrículas da Educação Básica (quase 90% do total) e gere, com larga vantagem, as melhores instituições de ensino superior, é lógica a defesa da destinação exclusivamente pública do recurso público.

Ademais, para a imprescindível reestruturação do magistério, é preciso aumentar substantivamente o orçamento das políticas públicas educacionais. Ou seja, transferir recursos púbicos para o setor privado diminui as chances de uma real valorização do professorado, responsável por educar diariamente mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras.

Uma referência bastante prática desse fato pode ser extraída dos estudos sobre o custo do PNE realizados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e pelo Prof. Nelson Cardoso Amaral (UFG). Ambas as análises demonstram a necessidade de investimento equivalente a 10% do PIB exclusivamente para a educação pública. Utilizando os parâmetros dos estudos, é possível calcular que o salário inicial do magistério alcançará, apenas no final da década, um valor próximo daquele estimado pelo piso do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O Piso do Dieese determina o quanto um trabalhador deve receber para ter todas suas necessidades de consumo devidamente atendidas, com um padrão mínimo de qualidade de vida. Em janeiro de 2013, esta espécie de salário mínimo justo ou adequado, equivaleu a R$ 2.675. Já o piso do magistério para esse ano será de R$ 1.567. Dito de outra forma, empreender um valor equivalente a 10% do PIB em educação pública é urgente, mas representará apenas um primeiro passo (ainda que imprescindível!) rumo à valorização profissional dos educadores.

Afora tudo isso, como bem defendeu o então deputado Florestan Fernandes nos debates constituintes, investir dinheiro público em escola pública é também uma questão de justiça social. Não apenas porque a esmagadora maioria da população brasileira estuda em estabelecimentos públicos, mas também porque é essa esmagadora maioria que mais contribui, proporcionalmente, com o bolo tributário.

Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2008, as famílias que acumularam renda mensal de até 2 salários mínimos, pagaram 53,9% de sua receita em tributos. Já aquelas que somaram mais de 30 salários mínimos, pagaram apenas 29% de sua renda mensal em tributos. É uma realidade vergonhosa.

Essa gritante desigualdade de incidência e esforço tributário deve obrigar a sociedade brasileira a pensar na outra grande questão de 2013: quais serão as fontes de recursos para viabilização do PNE?

Muitos estudos começam a mostrar que os recursos advindos dos bônus, royalties e participações especiais do petróleo não serão capazes de viabilizar um montante equivalente a 4,7% do PIB, total necessário para alcançarmos, em uma década, a meta de 10% para a educação pública constante do novo PNE. Afinal de contas, segundo o MEC (Ministério da Educação), o Estado brasileiro já dispende um volume equivalente a 5,3% do PIB em educação pública.

Como a educação não pode, nem deve, desperdiçar recursos; além do dinheiro do petróleo, se faz necessário o país buscar outra fonte de financiamento para as políticas públicas educacionais.

Diante da desigualdade na contribuição tributária, seria mais do que justo regulamentar o imposto sobre grandes fortunas, destinando 18% de seu montante para a educação pública. Outra alternativa, desde que acompanhada de forte controle social, seria a criação de uma contribuição social sobre grandes fortunas, investindo toda sua receita em educação pública e no SUS (Sistema Único de Saúde).

Dizem, com razão, que é quase impossível tributar mais e melhor os (muito) mais ricos. Mas também não há dúvida de que se trata de um caminho promissor, justo e eficaz para viabilizar o financiamento adequado da educação pública. Vale a pena tentar.


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sexta-feira, 1 de março de 2013

Profissionais de educação da rede estadual e do município do Rio de Janeiro fazem paralisação dia 05 de março


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Prestando Contas (5) Mês de referência: Dezembro de 2012


Relatório de Atividades (resumo):

O Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu está divulgando o Relatório de Atividades e o balancete mensal, referentes a dezembro de 2012.

Este mês se caracteriza pela finalização dos trabalhos letivos, quando sobrevem uma sobrecarga de trabalho para os profissionais de educação das diversas redes, levando vários ao estresse e mesmo ao adoecimento. Daí, a realização pelo Sepe Central e a participação do Núcleo Local no tradicional ato público, no Centro do Rio de Janeiro, a “Ceia da Miséria”.

Ocorreram os plantões na sede do sindicato, além da reunião do Conselho Fiscal.

Destacamos a participação do Núcleo no último Encontro de Lideranças de Aposentados e na última reunião de direção do Sepe/RJ do ano quando aconteceram as confraternizações de final de ano, além da preparação das lutas para 2013, para professores e funcionários, ativos e aposentados.


Calendário das atividades realizadas e participadas pelo Núcleo:

04/12 (3ªf) – 17h – Reunião do Conselho Fiscal do Núcleo, na sede
 – 18h – 2ª Reunião (ordinária) do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rio das Ostras, na sede

05/12 (4ªf) – 14h – “Ceia da Miséria”: Ato Público da rede estadual, na SEPLAG, Centro

11/12 (3ªf) – 9 às 17h – Encontro de Lideranças dos Aposentados do Sepe/RJ, na sede

12/12 (4ªf) – 14h – Reunião do Conselho Municipal de Educação de Rio das Ostras

13/12 (5ªf) – 18h – Reunião (extraordinária) da diretoria do Sepe/RJ, na sede

17/12 (2ªf) – 14h – 3ª Reunião (extraordinária) do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rio das Ostras

18/12 (3ªf) – 14h – Solenidade de diplomação dos candidatos recém-eleitos ao Executivo e ao Legislativo, na Câmara Municipal de Rio das Ostras

21/12 (6ªf) – Audiência com o Secretário Estadual de Educação, na SEEDUC (Santo Cristo)

Observação: Dos dias 20/12/2012 até 02/01/2013 ocorreu o recesso de final de ano no Sepe Central e no Núcleo local.

Nos dias 03, 04, 06, 07, 10, 14, 17, 18, 19, 20, 21 e 27 de dezembro ocorreram os plantões de diretores na sede, conforme as anotações no livro “Cotidiário”. Ações de rotina: atendimento à categoria, presencialmente ou por telefone; contatos pelas redes sociais; elaboração de textos, boletins, cartazes e postagens na internet; elaboração do plano de contas e dos balancetes mensais; contatos com bancos e fornecedores; acompanhamento dos trabalhos da funcionária; contatos com o Sepe Central e demais instituições; organização e funcionamento da sede, em geral.



Só a luta transforma a vida!

Diretoria do Sepe Núcleo Rio das Ostras e Casimiro de Abreu

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